A Valedourado destina atenção especial à questão da captação da sua principal matéria-prima, o leite. Desta forma, a relação da Valedourado com seus fornecedores constitui ao longo do tempo um importante ativo intangível desta firma. É neste sentido que os nossos produtores reafirmam diariamente a fidelização com a empresa e como também a empresa para com os produtores.
Higiene Pessoal
Lavagem das mãos, unhas aparadas, roupas limpas, não fumar dentre outras;
Higiene de Equipamentos
Ordenha mecânica e tanques de expansão;
Higiene de utensílios
Latões, baldes, peneiras, filtros e outros;
Higiene de Ambiente
Sala de ordenha e sala de tanques de resfriamento e leite.
Tanques isotérmicos e conexões em aço inox, mangueiras atóxicas higienizadas antes e após as coletas de leite;
Análise de controle de qualidade na fazenda
Teste de alizarol - verifica a estabilidade do leite.
Temperatura - temperatura de coleta 4° C.
Coleta de amostras diariamente para análises
Físico-químicas e microbiológicas a serem realizadas na indústria;
Coleta de amostras mensalmente a serem realizadas
Análises de gordura, proteína, lactose, % EST,CCS no RBQL (Rede de Laboratório Brasileiro de Qualidade de Leite).
Assistencia técnica junto ao produtor
Orientações sobre manejo reprodutivo, controle sanitário das principais doenças e manejo nutricional;
Fornecimento de ração, sal mineral e medicamentos em geral ao custo inferior de mercado, proporcionando redução de custos de produção;
Palestras com empresas parceiras
Tortuga e Semex voltadas para cadeia produtiva;
Projeto Balde Cheio, contribuindo com aumento de qualidade, produção leiteira e gerenciamento da atividade.
OBSERVAÇÃO: Os itens 1 e 2 são baseados na IN-51 (Instrução Normativa 51 do Ministério da Agricultura), que preenche os requisitos de obrigação para com os produtores.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou no dia 30 de dezembro de 2011 a Instrução Normativa n° 62, alterando a IN n° 51 que contém as normas de produção e qualidade do leite.
A principal regra já começa a valer em 1º de janeiro de 2012, quando os produtores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste terão novos limites para Contagem Bacteriana Total (CBT) e Contagem de Células Somáticas (CCS). Atualmente, esses índices podem chegar a 750 mil/ml. Agora, a tolerância será de até 600 mil/ml. Já no Norte e Nordeste do país a mesma exigência valerá a partir de janeiro de 2013.
Implantação gradativa
Os padrões estão em processo de implantação gradativa desde 2002, assumindo
caráter compulsório em 2005. A Instrução Normativa nº 51/2002 previa uma
redução do limite de Contagem Bacteriana Total (CBT) de 750 mil Unidades
Formadoras de Colônias de Bactérias por mililitro, para 100 mil/ml, estabelecido
para julho de 2011 e já prorrogado para janeiro de 2012. Na mesma data,
a Contagem de Células Somáticas (CCS) passaria de 750 mil/ml para 400 mil/ml.
A edição da norma passa a escalonar os prazos e limites para a redução de
CBT e CCS até o ano de 2016.
Texto cedido pelo gerente de captação, Paulo Miranda.